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terça-feira, 24 de março de 2009

MANUAL (estudo)

Estudo para manual de atendimento aos clientes.









As ilustrações era para ser vistas em sequência separadas, mas aqui resolvi monta-las em painel.

quarta-feira, 4 de março de 2009

ASIA CARRERA

Há já alguns anos fiz esta ilustração a partir de uma foto de uma estrela porno.

Para que o meu blogue não seja considerado hardcore não a exponho na totalidade, não vá aparecer ai a PSP e fazer o que fez ao pobre do Coubert.

Este desenho tamb´me é digital, mas ainda não tinha caneta WACOM, foi com rato. :)

domingo, 4 de janeiro de 2009

ARMADA DE VASCO DA GAMA (A PARTIDA)


Aqui, está representada a partida da primeira expedição à Índia, em 8 de Julho de 1497. O Livro das Armadas, de autor desconhecido, foi uma importante referencia durante a execução desta ilustração.

Esta armada era constituída por 4 embarcações:

- a nau São Gabriel, construída para a viagem com 90 tonéis, comandada pelo Vasco da Gama;

- a nau São Rafael, também construída para a viagem com 90 tonéis, comandada Paulo da Gama;

- uma carraca de mantimentos com 110 tonéis, sem nome ou São Miguel, segundo alguns historiadores, sob o comando de Gonçalo Nunes, e

- a Bérrio, uma caravela latina com 50 toneis, vendida ao Rei por D. Manuel de Bérrio conceituado piloto na época natural de Lagos, sob o comando de Nicolau Coelho.

A carraca foi queimada perto da baía de São Brás, na costa oriental africana, quando se gastaram as provisões. A nau São Rafael afundou-se no caminho. A caravela foi a primeira a chegar e um mês depois, no verão de 1498, chega Vasco da Gama na sua nau.

Dos cerca de 150 homens que partiram apenas chegaram a Lisboa 1/3, os restantes 2/3 morreram na viagem, inclusive o irmão do Capitão-Mor, Paulo da Gama.

As caravelas eram mais leves e mais rápidas e por isso eram utilizadas para recados entre os barcos pesados e a terra, para anúncios e noticias. As naus eram navios mais redondos no velame, bojudos e lentos, na altura que começaram as grandes viagens de comércio e ocupação tornaram-se mais importantes que as caravelas, que foram a grande invenção dos portugueses.

Li algures que era neste tipo de naus que se transportava, em peças de madeira pré-fabricadas, as primeiras fortalezas que depois de montadas vieram a proteger as feitorias plantadas ao longo das rotas comerciais.

Num artigo publicado no Diário de Notícias de 29 de Agosto de 1960, Jaime Martins Barata escreveu: “faz-nos falta um museu constituído por exemplares reais dos nossos barcos tão variados”. E, na minha opinião, ainda nos faz muita falta.


 
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